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Ong-Bak

10/07/2010

Ong Bak – por Lucas Veloso

Da Tailândia vem aquele que pode ser a salvação dos filmes de ação. Sinopse: Rapaz de vilarejo humilde vai à cidade grande para tentar recuperar a cabeça de uma estátua sagrada na vila, que foi roubada. A história é batida, e a exemplo dos primeiros trabalhos de Bruce Lee e Van Damme, só serve de veículo para as cenas de luta. Que são espetaculares, diga-se de passagem. Há tempos que meu queixo não caía tanto com cenas de luta tão bem-coreografadas que parecem reais. Não só isso, o tal de Tony Jaa, se jogar direito, pode ser o herói de ação do novo milênio, pois não só luta pra caramba, como faz acrobacias que desafiam a lógica. Imagine o filho bastardo de Bruce Lee, Jackie Chan e Jet Li… na Tailândia. É por aí. E o melhor de tudo, na frente da câmera, sem malandragem, sem cortes, sem efeitos. Jaa também traz uma inocência quase infantil ao personagem, contrastando com os tipos picaretas que encontra pelo caminho, e contrastando também com sua habilidade ferrenha de encher o povo de porrada. A trilha sonora mistura hip-hop e música eletrônica a sons que me parecem música típica tailandesa. Ajudam a criar um clima diferente. Aliás, o filme todo é revigorante, é bom ver gente fazendo ação com garra e inovação, de vez em quando.

Um Comentário leave one →
  1. 12/07/2010 9:13 PM

    Acho que esse foi o melhor filme de porradaria da última década…

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