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Cloverfield

12/04/2010

Cloverfield – por Lucas Veloso

Os detratores vão argumentar que não há nada de novo nesse filme: Godzilla misturado com Bruxa de Blair. E nisso terão razão. Mas só, também. Porque a forma como se executou esse filme só merece elogios. Começando pela intrigante campanha viral, com pedaços da “backstory” espalhados pela net, o primeiro teaser-trailer que mostrava pouco e nem trazia o nome do filme, o que despertou curiosidade (isso e o fato de J.J Abrams estar envolvido).

O filme, que conta a estória de um monstro gigante solto em NY (e não Tókio, dessa vez) traz uma sensação genuína de montanha-russa. É uma confluência de emoções: desde a tensão que é construída a partir do primeiro ataque do monstro, passando pelos relacionamentos dos personagens (você realmente sente quando alguém morre), até os efeitos e ação, muito bons, ajudados principalmente pela filmagem errática, que te faz sentir dentro da confusão, e de quebra esconde eventuais “defeitos” visuais. Impressionante como os cenários em estúdio e cenas filmadas em locação em Manhattan se integram sem distinção o longo da narrativa. E é irônico que o maior filme de monstro dos últimos tempos não tenha nem mesmo que mostrar o monstro em hiper-close-up para garantir o medo. Por incrível que pareça, ainda há espaço para sutilezas num filme-catástrofe. Mas só um pouco, também.

Confira a seguir, o misterioso (e criativo) teaser-trailer:

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