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ESPECIAL X-Men

05/09/2010

Uma evolução da raça humana… e dos filmes de super-heróis também! Hoje nós falamos da série X-MEN (e também do Wolverine). Por Lucas Veloso.

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X-Men

Esse filme foi muito importante para a Marvel. Não só representou o primeiro sucesso comercial da editora no cinema em muitos anos (ela amargou vários fracassos nos anos 80 e 90), como pavimentou o caminho para todos os outros grandes sucessos que vieram depois, e que continuam vindo! Para esse primeiro filme, o diretor Bryan Singer decidiu colocar os elementos clássicos de X-men: o preconceito, a descoberta dos poderes, a explicação do que é o Instituto Xavier, a ameaça de Magneto, e é claro… Wolverine, o favorito dos fãs. É interessante ver um diretor como Singer, até então especializado em drama (Os Suspeitos, O Aprendiz) criando a mitologia dos X-men no cinema. A trama fica em primeiro lugar, e toda a ação e pirotecnia têm que se adequar a ela. E isso é perfeito! Por outro lado, a produção do filme foi corrida e com orçamento apertado, e infelizmente, isso se reflete no produto final: temos cabos visíveis segurando os atores que não foram removidos na pós-produção, e os efeitos especiais empalidecem, se comparados com as continuações (que óbvio, tiveram mais recursos). Patrick Stewart e Ian McKellen dominam a tela com suas interpretações de Xavier e Magneto, e o então novato Hugh Jackman encarna Wolverine com perfeição, para nunca mais voltar atrás. O resto do elenco também se sai bem, com menção honrosa para Anna Paquin, que cria uma Vampira muito mais crível do que sua contraparte dos quadrinhos. Uma ressalva para James Marsden, como Ciclope. Ele parece muito novo para a Jean Grey de Famke Janssen, e isso atrapalha um pouco sua composição do personagem. Halle Berry também merece um puxão de orelha para o tosco “sotaque africano” que imprime à Tempestade. No geral, o elenco funciona bem junto. Um bom começo para a saga, mas assistindo ao segundo filme, esse primeiro fica parecendo mais um trailer.

X-Men 2 (ou “X2”)

Corrigindo os erros do primeiro, Bryan Singer consegue superar as expectativas de praticamente todo mundo com esse segundo filme.. mais mutantes, mais ação, mais efeitos, trama mais dramática, mais Wolverine.. o que se tem para não gostar? Tudo começa quando um tal de Coronel Stryker (Brian Cox, excelente) resolve empreender uma cruzada contra os mutantes, depois que o misterioso Noturno quase mata o presidente dos E.U.A. (numa sequência que deixou os fãs em polvorosa nos cinemas). A partir daí, a ação chega a níveis vertiginosos em ótimas cenas: a invasão da Mansão X, a fuga dos jatos, e a luta final. Sobra espaço até para referências às HQs para os fãs mais atentos. Esse filme é um exemplo clássico de “dar aos fãs o que eles querem”: Wolverine fica mais selvagem, ficamos sabemos um pouco mais sobre seu passado, temos cenas onde cada mutante pode exibir seu poder de forma bem extravagante e/ou cool, ou seja… é só alegria. Não me lembro de nenhum fã saindo da sessão sem um sorriso no rosto. Os atores continuam bem, mais confortáveis em seus personagens. É interessante ver o crescimento de Halle Berry na trama e no elenco, uma vez que ela tinha acabado de ganhar o Oscar de melhor atriz. Outros personagens, por sua vez, praticamente só abrem a boca uma vez no filme. O que é compreensível, dado o grande número deles no filme. Se todas as continuações pudessem progredir dessa forma, melhorando sensivelmente em relação a seus antecessores… seriam todas muito bem-vindas.

X-Men – O Confronto Final

Quando Bryan Singer resolveu deixar a franquia para fazer Superman o Retorno na Warner Bros. (péssima ideia, na minha opinião), chamaram Brett Ratner, de “A Hora do Rush” e “Dragão Vermelho”. Ratner, amigo de Singer, tomou a acertada decisão de manter todo o esquema visual já criado pelo outro diretor, e expandir a partir daí. As mudanças mais radicais ficam por conta dos novos mutantes, como o Fanático, Fera e Anjo, além de uma “participação” de um Sentinela, figuras mais caricatas, enquanto Bryan Singer tinha investido em mutantes mais realistas. Aliás, tem tantos mutantes nesse filme, que, diferente do filme anterior, nem todos conseguem seu tempo de tela, às vezes se contentando com vislumbres. O roteiro também cai de nível, apostando numa suposta “cura” para o gene mutante, e mostrando de forma patética a despedida de personagens importantes, que com certeza, mereciam resoluções melhores. Coloque no mix ainda por cima a “saga da Fênix”, versão econômica (leia-se: sem chamas gigantes), e ninguém fica satisfeito. Os atores seguram o filme, fazendo o seu melhor com o que têm para trabalhar, mas é difícil. Não ajuda pegar o DVD, ver nos extras boas cenas que foram excluídas e ainda por cima ouvir no comentário em audio o diretor rindo e dizendo que elas poderiam render uma “versão do diretor” mais pra frente. Picaretagem da pior qualidade. O filme acaba funcionando pelo carisma dos personagens, mas é inegável que destruiu muito do que foi habilidosamente (e cuidadosamente) planejado antes.

X-men Origens: Wolverine

E Finalmente no cinema a origem do carcaju canadense. Devo dizer que o roteiro faz um bom trabalho de dosar os anos de vai-e-vens da HQ e condensar só o essencial para a telona. O filme em si tem um charme meio “filme de ação dos anos 90”, com umas pitadas trash (especialmente nos efeitos e diálogos), mas em compensação, consegue ser mais solto do que a narrativa densa dos filmes dos X-men (equipe). Hugh Jackman ainda é o cara, apesar de mais contido dessa vez. Destaque também para o competente elenco coadjuvante, principalmente Gambit, que a galera queria ver faz tempo, e Deadpool (um personagem dispensável usado relativamente bem). Outra preocupação minha, que era ter mutantes demais num filme que teoricamente, seria o filme SOLO do Wolverine foi resolvida: há vários mutantes, sim, mas são participações pequenas, e o foco está em Logan. Não é o “desfile” de X2 e X3. No geral, é um bom filme de ação, um filme razoável do Wolverine, menos dramático que os filmes da série X-Men  e mais dinâmico, ainda que seja uma ação descerebrada.

X-Men – Primeira Classe 

Um novo olhar sobre a formação dos X-Men, voltando lá aos anos 60 e mostrando o início da amizade (e primeiros conflitos) entre Charles Xavier e Erik Lensherr. Uma ideia inicialmente batida (reboots e prequels estão na moda), mas nas mãos do produtor Bryan Singer (responsável pelo primeiro e segundo filme) e de Matthew Vaughn (Kick-Ass) torna-se algo interessante de se ver: como é de praxe em histórias de início, vamos ver as motivações para os futuros atos dos personagens, e as pessoas que ajudaram a moldar suas personalidades (pro bem ou pro mal). O filme resiste à tentação dos outros filmes de encher suas duas horas de mutantes, preferindo se concentrar num grupo pequeno. Há, é claro, referências para os fãs e participações especiais (uma impagável, que vai arrancar risadas), mas rapidamente voltamos à estória. E o roteiro é rico, colocando os mutantes para interagir com fatos históricos (no caso, a crise dos mísseis de Cuba). Não chega a um nível Watchmen de interligação com a história, o que nem é o propósito, por sinal, mas é bem bolado e dá mais peso ao filme. Legal também notar como ele se relaciona aos filmes originais, com pequenos desvios, mas em geral, é tudo muito plausível e se encaixa bem com o que já conhecemos. Os atores estão todos muito bem, Michael Fassbender traz intensidade para Magneto, e é um grande astro esperando para acontecer. James McAvoy é simpático como o jovem Xavier. Fica fácil visualizar os dois como versões jovens de Ian McKellen e Patrick Stewart. Uma pequena reclamação é que senti o começo do filme um pouco arrastado, mas com todo o desenvolvimento de personagens que ganhamos em troca, me parece uma troca justa. Muito bom, pessoal, X-Men está de volta ao rumo certo. Agora, por favor, não façam uma trilogia de “X-Men no passado”. Isso não é Star Wars. Ah, a quem quero enganar? Provavelmente já estão fazendo exatamente isso nesse momento.

wolverine imortal

Wolverine Imortal canecacaneca

O que é preciso para fazer um bom filme do Wolverine? Bom, vejamos… Hugh Jackman, claro. Manter a fúria e o comportamento sarcástico do canadense intactos. OK. Novos inimigos para ele fatiar… certo. E conflito, muito conflito. Dor… tudo isso faz parte da história de Logan nos quadrinhos. E temos tudo aqui. Então, por que esse novo filme me pareceu tão incompleto? Honestamente, não sei dizer… uma adaptação da celebrada “saga japonesa” dos quadrinhos, vemos Logan indo até o Japão para se despedir de um velho amigo, o qual ele salvou na II Guerra Mundial. Esse amigo oferece a Logan a oportunidade de abrir mão de seu fator de cura, envelhecer e eventualmente morrer como um homem normal. O mutante se recusa, mas mesmo assim, começa a perder sua habilidade. E na pior hora, pois terá que enfrentar ninjas, a Yakuza e um certo… Samurai de Prata. Parece legal, né? E sim, temos boas cenas de ação, Logan x ninjas e uma batalha sobre o trem-bala são as que saltam à mente. Mas tem também um blablabla e um romance que não cola. Embora tenha partido (ou fatiado) corações ao longo de sua jornada, nunca achei que Wolverine funcionava como herói romântico. Todos os seus romances foram chatos de dar dó. E aqui, não é exceção. E sem dar spoilers, mas digamos que 2013 não está sendo um bom ano para vilões icônicos da Marvel. Primeiro, em Homem-de-Ferro 3, agora… bem, vejam vocês mesmos. O melhor do filme vem na cena pós-créditos, que dá esperança de tempos melhores, ou ao menos mais empolgantes para o mutante marrento. Hugh Jackman domina o papel, ele compreende exatamente o que é necessário para fazer Wolverine funcionar. Fico tentado a dar 3 canecas só por ele, mas não dá. Merece só 2. Mas é duro que um personagem tão querido e intrigante como esse não consiga estrelar um filme-solo 100% bom nas telonas. Ele pode até ser “o melhor naquilo que faz”. Mas seus filmes…

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X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido – por Lucas Veloso canecacanecacanecacaneca

Bem-vindo de volta, Bryan Singer! Depois de abandonar a franquia X, que ajudou a criar para os cinemas, para se aventurar em empreendimentos que nem merecem ser citados, o diretor retorna… e que retorno! A fórmula é a mesma de antes: pega-se uma cultuada história do universo Marvel (nesse caso a saga “Dias de Um Futuro Esquecido”, de Chris Claremont e John Byrne, uma das mais importantes dos X-Men), coloca-se sua pitada de ficção científica e política, uma dose saudável de boa ação, remove-se os uniformes coloridos berrantes, e temos mais um capítulo da saga cinematográfica dos mutantes de Stan Lee! Antes de me aprofundar em aspectos técnicos, devo dizer que pra mim, esse filme foi como uma verdadeira faxineira: passou sem dó, jogando fora o que não precisava, destacando o que estava bom, e no fim, deixou a casa limpinha e bonita, pronta pra ser usada futuramente. E sem tirar os diversos méritos do filme, isso para mim, foi a maior contribuição que ele trouxe. Mas não me entendam mal, é um filmaço em todos os níveis: um elenco épico, juntando as gerações passadas e futuras vistas na trilogia original e em “Primeira Classe”, o prequel-reboot de Matthew Vaughn. O destaque ainda é Hugh Jackman, eternamente e apaixonadamente entregue ao papel de Wolverine, apesar de aqui, ele não ter o destaque dos filmes anteriores. Ele é bem importante, claro, é o que possibilita à história existir, mas ao longo de sua viagem, é mais um espectador da jornada de Charles Xavier e Magneto, a jornada que os tornariam os homens que ele conheceu no futuro. James McAvoy e Michael Fassbender continuam impecáveis como os jovens rivais. E Jennifer Lawrence, ganhando Oscar, ganha também mais espaço na trama. E não injustamente: sua Mística é verdadeiramente assustadora, chegando perto da assassina implacável dos filmes anteriores. Peter Dinklage, como o excelente ator que é, confere imponência mas ao mesmo tempo simpatia ao improvável vilão Bolivar Trask, criador do programa Sentinelas. E claro, é sempre um prazer rever o elenco original, principalmente Patrick Stewart e Ian McKellen, nem que seja por pouco tempo em tela. Aliás, que fantástica a interação anos 70/futuro distópico. O futuro vem diretamente das páginas da HQ original, e também traz um “que” de Terminator (por sinal, dizem que a HQ inspirou James Cameron). É sombrio e sem esperança. O passado é claro, com aquela exuberância dos anos 70, habilmente recriados em cenários e figurinos. As cenas de ação são poucas, estejam avisados. Esse é um filme conduzido por diálogos, como deve ser nesse caso. Mas quando vem, são fantásticas. Inclusive, nunca fiquei tão tenso num filme de X-Men. O senso de urgência paira por todo o filme, e a ação dos sentinelas é implacável. É duro ver personagens tão amados dizimados de forma tão cruel. Ah, Os sentinelas… tanto os do passado quanto do futuro, são fantásticos, e é um prazer finalmente vê-los em cena. É tudo que qualquer moleque que cresceu vendo o desenho dos anos 90 sonhou. Queria ver mais deles, até. Mas enfim… voltando ao que eu disse anteriormente, o filme acentua o que sempre funcionou na franquia e atenua o que não funcionou. Sempre de forma elegante, nunca intrusiva em relação aos outros filmes. E claro, abre caminho para novas aventuras… com o elenco novo ou antigo. As possibilidades são imensas. Então, além de criar esse universo nos cinemas, Bryan Singer pode ser agora creditado também como o homem que o reformulou, revigorou, e entregou os X-Men para a nova geração. Sério, sei que superlativos são complicados, mas se você curtiu os filmes anteriores, é quase impossível que não saia satisfeito dessa sessão. Não sei se é o melhor, mas com certeza, é o mais ambicioso filme de X-Men.

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X-Men – Apocalipse – por Lucas Veloso canecacanecacaneca

A turma da mansão X está de volta, no último filme da trilogia “de época” dos mutantes. Agora, estamos nos anos 80 e o vilão da vez é Apocalipse, o mega-blaster vilão das HQs e desenho animado, indiscutivelmente o vilão mais overpower dos mutantes. E para fazer jus a ele aqui, eles não medem esforços: o filme ganha um escopo muito maior, estilo filme-catástrofe, e a ação come solta. Na verdade, visualmente e tematicamente, este é o filme dos X-Men mais próximo dos quadrinhos, e isso se revela simultaneamente seu maior triunfo e maior problema. Por quê? Bom, explico: tem muitos fãs que não gostam da abordagem do diretor Bryan Singer justamente por ser mais realista e pé-no-chão, descartando, portanto, os elementos mais fantásticos. Pois bem, aqui Bryan se joga: tem personagem com uniforme saído direto das HQs (Psylocke… aah, Psylocke), tem ação fantástica pra encher umas duas edições do quadrinho, tem cenas pinçadas diretamente da vasta história dos X-Men… mas em compensação, justamente aí, o filme fica com um aspecto mais cartunesco do que os sérios primeiros filmes. O próprio vilão mesmo, embora interpretado habilmente por Oscar Isaac, tem o pior visual de vilão desde o Duende “Power Ranger” Verde de Willem Dafoe em 2002. Simplesmente não convence, e as cenas dele em locações reais me deram uma crise de riso inexplicável. Outra coisa: o filme convenientemente esquece de que essa trilogia se passa ao longo de 30 anos (começou na década de 60), e que alguns personagens já deviam estar com cabelos brancos e rugas, e vai que vai. Nem vou falar das inconsistências da linha de tempo de toda a série de filmes, que a essa altura é uma colcha de retalhos simplesmente IMPOSSÍVEL de ser levada a sério. Tanto os atores veteranos quanto os novatos fazem um bom trabalho, e no fim, o filme tem tudo que um bom filme de X-Men tem que ter, e diverte demais… mas os fãs da seriedade e profundidade presentes nos primeiros vão ficar a ver navios.

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Logan – por Lucas Veloso canecacanecacanecacaneca

Pois é, então é isso: depois de 17 anos enfrentando mutantes megalomaníacos, amnésia, uma fúria assassina e roteiros ocasionalmente questionáveis, é hora de Hugh Jackman se despedir do personagem de Logan/Wolverine. E sua despedida não poderia ser mais espetacular: com muito sangue e garras. Nesse filme, Logan está beirando os 200 anos, seu fator de cura já não funciona mais tão bem, demorando mais para se curar, e ainda tem que cuidar de um Professor Xavier senil. Como pontuam muito bem em determinado momento, “a mente dele foi classificada como uma arma de destruição em massa… e está se degenerando”. Parece perigoso? E é. É nesse contexto turbulento que surge a pequena Laura, uma misteriosa nova mutante que parece ter laços com o carcaju canadense. É então que ele vai ter que abandonar a marra, botar a menina e Xavier num carro e descobrir o que tá pegando. “Logan” é western, é road movie, é X-Men, é indie, é anos 80/90, tudo num só pacote. É o filme mais diferente dos mutantes até o momento, e até por isso, bem-vindo. Um filmaço mesmo, que transcende o rótulo de “filme de HQ”, e eu recomendaria até para quem não gosta de quadrinhos. A todos os fãs que queriam ver a fúria assassina de Wolverine, é agora ou nunca. Deixe-me colocar dessa forma: nunca as consequências do ataque das garras de adamantium ficaram tão óbvias na telona. Os atores fazem todos um grande trabalho, principalmente Hugh Jackman e Patrick Stewart no que pode ser a última vez em que interpretam esses personagens. A surpresa fica por conta da jovem Dafne Keen, a Laura, que interpreta um papel difícil com suavidade e força, e com zero afetação de ator mirim. O filme me lembrou as histórias solo de Wolverine nos anos 90, e isso é sempre bom, pois para mim, foi a melhor fase dele nas HQs. Estão todos de parabéns, principalmente o diretor James Mangold, que pôde trazer a qualidade de seu “Os Indomáveis”, que tinha ficado meio diluída em “Wolverine Imortal”, que ele também dirigiu. Resumindo tudo, ESSE é o filme do Wolverine que estávamos esperando, sem dúvida.

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