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ESPECIAL Quarteto Fantástico

02/05/2011

É um bom momento para ser um fã da Marvel, com tantos filmes saindo esse ano. Pensando nisso, fazemos um especial da super-equipe mais família dos quadrinhos… O QUARTETO FANTÀSTICO! Por Lucas Veloso.

Quarteto Fantástico

O primeiro filme do Quarteto Fantástico conta, obviamente a origem do grupo (quatro amigos são afetados no espaço por uma nuvem cósmica), com pequenas alterações para o cinema. A mais significativa é que Victor Von Doom, o futuro Dr. Destino, também estava nessa viagem. De volta a Terra, todos começam a desenvolver estranhas habilidades: Reed Richards, gênio da ciência, começa a esticar seu corpo de forma sobre-humana. Susan Storm, cientista e gata, começa a ficar invisível e gerar campos de força. Johnny Storm, piloto e pirralho incorrigível, pode pegar fogo quando quiser (e às vezes quando não quer, também). E Ben Grimm, também piloto e amigo fiel de Reed, é o que sofre mais: vira um monstro de pedra. Aos poucos, e por circunstâncias extremas, os quatro começam a agir como super-heróis e cientistas, enquanto procuram uma cura para sua condição. Quarteto Fantástico sempre foi a estória de uma super-família disfuncional, e isso foi bem retratado no cinema. O problema é que, nas HQs, o humor era só um dos aspectos, havendo também pesquisa científica e drama. No filme, a comédia fica mais evidente, com a preocupação de se fazer uma aventura mais leve, mais palatável para o grande público. Talvez não seja o mais ideal, mas com o grande sucesso de público (e não de crítica), podemos culpá-los? Tirando o humor exagerado e a ciência rasa, o filme acerta na maioria dos outros pontos: o Coisa, gerado com maquiagem e roupa especial, parece bem melhor que o Hulk.  O elenco está bem, com exceção da Jessica Alba, fraquinha de doer. Mas novamente, com o sucesso que ela faz em roupas apertadas, acho que ninguém estava prestando atenção na capacidade dramática. É um bom filme do Quarteto. Claro que se você gosta de suas equipes de heróis com densidade e drama, prefira X-men.

Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado

O problema de se fazer um filme bobinho que nem o primeiro Quarteto, é que para a continuação, tudo provavelmente fica mais bobo ainda. E assim foi. Ao incorporar a densa saga do Surfista Prateado a um filme predominantemente de humor, a estória perde, principalmente quando tentam fazer a coisa ficar séria. Temos cenas ridículas, como o Dr. Destino surfando na prancha do Surfista, trocas de poderes entre o Quarteto, o Surfista contando sua estória com direito a TV na barriga (Teletubbies?!), entre outras. Doug Jones, de Hellboy, faz um bom trabalho emprestando seus movimentos a um Surfista digital, mas colocar Laurence Fishburne para fazer a voz traz ecos de Morpheus, que não são bem-vindos aqui. Uma bobagem infantilóide, que descarta as boas ideias do primeiro filme e reaproveita as falhas. A única boa cena você pode ver no teaser, e assim, não precisa sofrer com o filme.

O Quarteto Secreto

No entanto, se você acha que o pior filme com o Quarteto foi esse segundo, está enganado. Na verdade, essa “honra” cabe a um filme feito nos anos 90, uma época em que, convenhamos, a Marvel não estava no seu auge, cinematograficamente falando. Produzido pelo rei do trash Roger Corman, o filme ficou tão ruim que nem mesmo foi lançado comercialmente. Hoje está relegado a cópias piratas de fãs sortudos (?) que conseguiram obter o material. Confira um clipe abaixo, só pra sentir o drama:

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