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Godzilla Resurgence

12/04/2017

godzilla shin

Godzilla Resurgence (ou “Shin Godzilla”) – por Lucas Veloso

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Quem acompanha o blog sabe da minha paixão pelo monstrão mais famoso do japão, mesmo se às vezes acabo não curtindo muito os filmes em que ele aparece. Depois do execrável remake americano de 2014, que fez o remake americano de 98 parecer uma obra-prima, agora temos o remake japonês de 2016. Confuso? Tudo bem, eles sabem… e por isso, fazem o filme em si parecer bem simples pra nós. Esse “Shin” Godzilla reconta a história como se nunca tivesse havido uma invasão do monstrão no Japão (o que a essa altura, é um cenário impossível de se conceber, mas…) e mostra a mobilização do governo japonês frente à ameaça gigante… e põe gigante nisso! O monstro dessa versão chega a mais de 100 metros de altura(!), a maior altura que Godzilla já teve. A história é exatamente a mesma de TODOS os filmes solo do Gojirão, então nem tem o que comentar nesse aspecto. Claro, eles o adaptam aos tempos atuais, com filmagens amadoras caindo na net, drones e intriga política internacional, mas é a exata mesma coisa: quando não estamos vendo o monstrão, estamos em salas com diversos japoneses engravatados. Devo admitir que em todos os filmes, essa é a parte mais chata pra mim, e fico ansioso pra voltarmos logo pro campo de batalha e ver a destruição. Mas sinceramente, simpatizei mais com os engravatados dessa vez. No final, já tava quase votando no primeiro ministro substituto pra presidente do Brasil, o cara é fera! Sobre o design, eles acertam em algumas coisas: o Godzilla mais ameaçador já feito. Ele é imponente, ele é assustador, ele é feio pra cacete, ele é nojento, ele é majestoso em sua destruição (fãs do bafo atômico não terão do que reclamar). E erraram também: tem horas que mesmo com o bom design, o monstro parece um joão-bobo de borracha, andando duramente como se estivesse paralisado… e aqueles bracinhos de T-Rex pra um bicho com mais de 100 metros não deram certo, foi mal, galera. Os efeitos são bons, mas não sei… não parecem adequados a uma grande produção, sinto que faltou uma finesse ali, não sei explicar. No fim, é mais divertido que as bobagens em que andam colocando o “Grande G” atualmente, é mais empolgante que a maioria dos outros filmes, mas ainda tem um didatismo, uma burocracia e uma seriedade que acabam dando um tom cômico não-intencional ao filme. Ou talvez seja intencional? Não sei… mas diverte, sim. Recomendo.

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